Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 2025 – O técnico Fernando Diniz responsabilizou a atuação do árbitro Wilton Pereira Sampaio pelo que considerou interferência direta no resultado da final da Copa Betano do Brasil, vencida pelo Corinthians por 2 a 1 sobre o Vasco da Gama, no Maracanã.
O confronto começou com gol de Yuri Alberto para a equipe paulista. O Vasco empatou com Nuno Moreira, mas o Corinthians garantiu o título com o segundo gol ainda na etapa inicial. Após o apito final, Diniz se mostrou irritado com a condução da partida.
Críticas ao tempo de bola parada
Em entrevista coletiva, o treinador afirmou que Sampaio “picotou o jogo todo” e não aplicou cartões aos corintianos por suposta cera quando o time estava em vantagem. “Ele estava mais entrevistando os jogadores do que apitando. Toda bola parada tinha conversa de um minuto”, declarou.
Diniz reclamou ainda dos oito minutos de acréscimo concedidos. Segundo ele, mesmo com esse tempo extra, a bola “quase não rolou” devido às interrupções. “Se somar o tempo de jogo efetivo, é capaz de ter sido um dos menores que já vi”, completou.
Imagem: Reprodução
Diálogo com o árbitro
O comandante vascaíno relatou conversa direta com Sampaio durante a partida. Disse ter dito ao árbitro que a decisão “não era programa de entrevista” e pediu que o jogo fluísse. “Ele não deu um amarelo por cera. Para o futebol, foi terrível”, afirmou, lembrando que já elogiou o árbitro em outras ocasiões.
Apesar das críticas, Diniz reconheceu que o conteúdo de suas falas deverá constar na súmula da partida. A derrota deixou o Vasco sem o título nacional e rendeu ao Corinthians mais uma taça na temporada.








































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