O Flamengo intensificou as tratativas para contratar Marcos Antônio para a temporada de 2026 e sinalizou ao estafe do meia um salário em torno de R$ 1,1 milhão mensais, cifra considerada de alto padrão no futebol brasileiro.
Apesar de o São Paulo reiterar internamente que não pretende negociar o jogador, a diretoria rubro-negra aposta na estratégia da paciência. A avaliação no Ninho do Urubu é de que a posição tricolor pode mudar com o avanço da janela de transferências e eventuais necessidades financeiras do clube paulista.
Negociação paralela envolvendo Allan
O interesse pelo meia surgiu durante conversas sobre o volante Allan. O São Paulo manifestou desejo de contar com o atleta por empréstimo, mas rejeitou qualquer troca direta que envolva Marcos Antônio. Como alternativa, o Flamengo estuda conduzir as duas operações de forma independente e simultânea, utilizando o interesse mútuo para destravar as conversas.
Perfil aprovado na Gávea
Marcos Antônio agrada ao presidente Rodolfo Landim (Bap) e ao diretor de futebol José Boto. Brasileiro, jovem e com passagem pelo futebol europeu, o meia é visto como peça estratégica para o elenco de 2026.
Postura firme do São Paulo
Na tentativa de afastar investidores, o São Paulo entregou ao atleta a camisa 8, anteriormente utilizada por Oscar, que se aproxima da aposentadoria. Além disso, o clube possui acordo definitivo com a Lazio para a compra do jogador, com pagamentos parcelados até 2029, e contrato vigente com Marcos Antônio até o fim de 2028.
Imagem: Reprodução
Flamengo mantém monitoramento
Mesmo diante das negativas, o Flamengo não considera a negociação encerrada. Internamente, a direção entende que propostas costumam evoluir perto do fechamento da janela e acredita que o salário elevado pode ser decisivo em eventual mudança de cenário.
Por ora, o clube carioca segue observando e aguardando o momento certo para avançar, mantendo Marcos Antônio como uma das prioridades para reforçar o meio-campo em 2026.









































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