São Paulo, 17 de janeiro de 2026 – A saída de Fabinho Soldado e a chegada de Marcelo Paz ao cargo de executivo de futebol alteraram de forma imediata a dinâmica interna do Corinthians.
Paz, que assumiu recentemente o departamento, adotou postura mais rígida nas negociações. O novo dirigente passou a priorizar controle financeiro e respeito estrito ao orçamento, o que já reflete em conversas abertas na gestão anterior. A tentativa de renovar o contrato do volante Maycon, por exemplo, não avançou, e a situação do lateral Angileri segue travada sob a nova condução.
Internamente, Soldado era visto como figura próxima ao elenco e com facilidade para o diálogo, característica que facilitava acordos e ajustes salariais. Já Paz, com carreira ligada ao setor empresarial, exibe perfil mais técnico e cauteloso, privilegiando o equilíbrio das contas mesmo que isso torne tratativas mais duras.
Dirigentes do clube avaliam que os dois perfis eram complementares. Segundo essa leitura, Soldado vinha sendo preparado para atuar como elo entre futebol, área financeira e comitê de reestruturação. Com sua saída, Paz assumiu a função de forma direta, contando com o suporte de Renan Bloise, que ampliou participação no cotidiano do elenco e se consolidou como braço direito do novo executivo.
Imagem: Reprodução
Nos bastidores, a direção considera naturais as diferenças de gestão: enquanto Soldado dominava a linguagem do vestiário, Paz trouxe experiência baseada em finanças corporativas. O choque de estilos, porém, marca a nova fase administrativa no Parque São Jorge.









































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