A seleção de Senegal ergueu neste domingo (18) seu segundo troféu da Copa Africana de Nações ao vencer Marrocos por 1 a 0 no Estádio Prince Moulay Abdellah, em Rabat.
O gol decisivo saiu aos 4 minutos da prorrogação. Pape Gueye, meia do Villarreal, recebeu na entrada da área e acertou o ângulo esquerdo do goleiro Bono, assegurando o título.
Penalidade contestada no fim do tempo normal
Nos acréscimos da etapa final, o árbitro congolês Jean-Jacques Ndala assinalou um pênalti para os anfitriões após consulta ao VAR, que indicou falta de Malick Diouf sobre Brahim Díaz. Revoltados, jogadores senegaleses deixaram o gramado por cerca de 15 minutos, incentivados pelo técnico Pape Thiaw. A volta só ocorreu após apelo do atacante Sadio Mané.
Artilheiro do torneio com cinco gols, Brahim Díaz tentou uma cavadinha no centro do gol, mas parou nas mãos do goleiro Edouard Mendy. O empate sem gols levou a decisão à prorrogação.
Campanha invicta
Senegal avançou na liderança de seu grupo depois de vitórias sobre Botsuana e Benin e empate com a República Democrática do Congo. Eliminou o Sudão nas oitavas, Mali nas quartas e o Egito na semifinal, quando Mané marcou o único gol.
Imagem: Reprodução
Com o triunfo em Rabat, a equipe senegalesa mantém a invencibilidade na competição. A última derrota ocorreu em novembro do ano passado, em amistoso contra o Brasil, que venceu por 2 a 0.
Histórico do torneio
O título deste ano se soma ao conquistado em 2021 diante do Egito. Senegal também foi vice-campeão em 2002 e 2019. Já Marrocos, campeão em 1976, permanece com uma taça continental e volta a perder uma final — a anterior havia sido em 2002.
Próxima parada: Copa do Mundo
Classificada para o Mundial, Senegal integra o Grupo I, ao lado de França, Noruega e do vencedor da repescagem intercontinental (Iraque, Bolívia ou Suriname). Marrocos está no Grupo C, com Brasil, Escócia e Haiti.









































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