Na noite de 24 de janeiro de 2026, o proprietário e CEO do Botafogo, John Textor, comentou publicamente as recentes negociações de atletas, incluindo a transferência de Jefferson Savarino para o Fluminense. A declaração veio após uma tarde marcada por protestos de torcedores em General Severiano, que cobraram mais transparência sobre compras, vendas e situação financeira do clube.
Textor afirmou que o clube passa por uma transformação tática voltada para um jogo mais veloz, de alta pressão e maior competitividade. Segundo o dirigente, alguns jogadores, apesar de serem considerados ídolos, não se adaptaram ao modelo proposto pelo novo treinador.
“Quando um atleta manifesta o desejo de sair, não temos motivo para retê-lo; futebol não é escravidão”, disse o empresário. Ele acrescentou que o elenco deve contar com atletas capazes de executar o ritmo exigido pelo atual comando técnico.
Motivo da saída de Savarino
Savarino vestia a camisa 10 do Botafogo e já havia sinalizado o interesse em permanecer, citando a adaptação de sua família ao Rio de Janeiro. Mesmo assim, o clube comunicou que não pretendia mantê-lo para 2026. O atacante, então, aceitou a proposta do Fluminense, onde, de acordo com Textor, “segue feliz e jogando em um ambiente que lhe convém”.
Imagem: Reprodução
Com a justificativa, o dirigente buscou responder às principais críticas levantadas pelos torcedores durante os protestos e reforçar que as mudanças no elenco estão alinhadas à nova filosofia esportiva do Botafogo.








































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