A perda do clássico Gre-Nal 449, disputado em 26 de janeiro de 2026 no Beira-Rio, provocou cobranças imediatas no vestiário do Grêmio. Jogadores e comissão técnica, liderada por Luís Castro, debateram falhas coletivas que culminaram na virada colorada.
O principal ponto de contestação foi o sistema defensivo: a equipe sofreu três gols em nove minutos, resultado de erros de posicionamento e leitura de espaço. A análise direta, porém sem exageros, ocorreu ainda no estádio, com ênfase na necessidade de recomposição rápida – tema tratado como inegociável pelo treinador português.
Ambiente blindado
Desde a chegada da comissão europeia, o fluxo de pessoas no vestiário foi restringido. Funcionários e dirigentes só entram em horários específicos e com autorização de Luís Castro. A estratégia de blindagem visa evitar vazamentos, reduzir críticas externas e transformar o revés em lição para o restante da temporada.
Apesar de reclamações pontuais sobre arbitragem e provocações em campo, o foco permaneceu na autocobrança. A orientação interna é corrigir erros sem deixar que o resultado abale o grupo.
Imagem: Reprodução
Foco na sequência da temporada
A reapresentação ocorreu na manhã de segunda-feira, no CT Luiz Carvalho. O discurso entre os atletas foi de reação rápida e resposta imediata dentro de campo, enquanto a diretoria mantém a busca por reforços para qualificar o elenco.
Com análise concluída e ajustes traçados, o Grêmio direciona agora todas as atenções aos próximos compromissos, determinado a transformar a derrota no clássico em ponto de virada para 2026.









































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