O início de temporada de 2026 no Flamengo trouxe mais problemas do que vitórias. Após sofrer a terceira derrota consecutiva e perder a Supercopa do Brasil para o Corinthians, no domingo (1º), o tema reforços voltou à pauta na Gávea. Em entrevista coletiva na madrugada desta terça-feira (3), o técnico Filipe Luís admitiu que o clube enfrenta dificuldades para contratar um novo centroavante.
“Estamos sempre de olho no mercado, mas encontrar um atacante não é simples”, resumiu o treinador, lembrando que os principais nomes do setor preferem permanecer na Europa. O departamento de scouting, chefiado por Boto, segue monitorando alternativas diariamente.
Investidas frustradas
Nas primeiras semanas de janeiro, o Flamengo negociou com Taty Castellanos e Kaio Jorge. O argentino acabou vendido ao West Ham, enquanto o atacante cruzeirense renovou contrato mesmo após receber três propostas rubro-negras. Sem acordo, o clube segue com apenas Pedro como camisa 9 após a saída de Juninho.
Perfil buscado
A diretoria procura um jogador com mais mobilidade, que ofereça características diferentes das de Pedro. Enquanto não encontra a peça, Filipe Luís tem improvisado Gonzalo Plata e Bruno Henrique na função, ainda sem o rendimento desejado.
Imagem: Reprodução
Limite orçamentário
O investimento de 42 milhões de euros para repatriar Lucas Paquetá foi classificado internamente como “oportunidade de mercado”. Por isso, o clube evita dar “um tiro errado” no ataque e admite esperar a próxima janela de transferências caso não surja uma solução viável imediatamente.
Sem novas derrotas para administrar, o Flamengo volta a campo no fim de semana pelo Campeonato Carioca, ainda sob a pressão de encontrar o homem-gol que a comissão técnica considera imprescindível para a temporada.









































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