Giorgian De Arrascaeta, meio-campista do Flamengo, afirmou que a cobrança no clube carioca é incomparável a de qualquer outra equipe em que atuou. Em entrevista ao podcast “10 e faixa”, apresentado pelo ex-companheiro Diego Ribas, o camisa 10 revelou ter recorrido a terapia para suportar a pressão dos torcedores logo após chegar ao Rubro-Negro em 2019.
Adaptação complicada
“Achei que bastaria vestir a camisa e jogar, mas precisei de um período de adaptação e de ser mais profissional”, contou o uruguaio de 31 anos. Segundo ele, a reação da torcida a duas ou três derrotas consecutivas cria “uma loucura” no ambiente do clube.
Auxílio profissional
O jogador explicou que buscou acompanhamento psicológico depois de perceber que, por vezes, “flutuava” e não tinha noção total das cobranças externas. “Hoje sou bem diferente; anos de terapia me ajudaram muito”, destacou.
Títulos e contrato
Desde a chegada ao Flamengo, Arrascaeta soma 19 conquistas – mesmo número do atacante Bruno Henrique –, incluindo três edições da Copa Libertadores e três títulos do Campeonato Brasileiro. O meio-campista renovou vínculo até dezembro de 2028.
Imagem: Reprodução
Próximo compromisso
A equipe comandada por Filipe Luís visita o Vitória nesta terça-feira, 10 de fevereiro, às 21h30 (horário de Brasília), no Barradão, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O Fla ainda busca a primeira vitória na competição de 2026 e tem um ponto em duas partidas.
Seleção ideal?
No mesmo bate-papo, Arrascaeta avaliou que seu estilo de jogo “encaixaria mais” na Seleção Brasileira do que na equipe nacional do Uruguai. A posição de camisa 10 permanece em aberto no Brasil desde a lesão de Neymar, sofrida em outubro de 2023, e o técnico Carlo Ancelotti terá poucos meses para definir quem assumirá a função até a Copa de 2026.








































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