O São Paulo Futebol Clube pagou à vista cerca de R$ 500 mil ao ex-superintendente geral e CEO Márcio Carlomagno, valor referente à rescisão trabalhista acertada após sua saída, oficializada em 21 de janeiro de 2026.
A diretoria havia proposto parcelar a quantia em quatro vezes para preservar o fluxo de caixa durante o processo de reestruturação financeira. Carlomagno, porém, solicitou o recebimento integral imediato, solicitação atendida poucos dias depois.
Mudanças administrativas cortam despesas
O pagamento faz parte das alterações conduzidas pela gestão do presidente Harry Massis Júnior. A redução de cargos na cúpula provoca economia estimada em R$ 330 mil por mês, projeção que pode chegar a R$ 4 milhões ao fim de 2026.
Atuação política continua
Mesmo fora da estrutura executiva, Carlomagno permanece ativo nos bastidores. Ele tem se reunido com conselheiros e ex-dirigentes e é citado como possível candidato a cargos eleitorais futuros no clube. Entre os nomes cogitados para o próximo triênio, também aparece Olten Ayres; por ora, as conversas são consideradas preliminares.
Imagem: Reprodução
Com mais de 20 anos de serviços prestados ao São Paulo, Carlomagno iniciou sua trajetória em 2004, ocupou diversos postos administrativos e, em 2024, assumiu a superintendência geral com status de CEO. Sua saída integra o processo de reorganização que busca equilibrar as finanças tricolores ao longo de 2026.








































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