O São Paulo iniciou um processo de autocrítica depois de ser eliminado pelo Palmeiras no Campeonato Paulista, no último domingo (02/03/2026), ao perder por 2 a 1 na Arena Barueri.
Embora o clube tenha contestado publicamente a não marcação de um possível pênalti por toque de mão de Gustavo Gómez, a análise interna apontou que o desempenho da equipe no primeiro tempo foi determinante para o resultado negativo.
Atuação abaixo do esperado
Nos bastidores, jogadores e comissão técnica reconheceram que a equipe apresentou muitos erros na saída de bola, concedeu espaços excessivos e sofreu um gol logo nos primeiros minutos, cenário que mudou o rumo da semifinal em jogo único. Calleri e o técnico Hernán Crespo admitiram que o time “demorou a entrar na partida”.
Reclamações com o VAR
O executivo de futebol Rui Costa foi o principal porta-voz da insatisfação com a arbitragem, criticando a ausência de recomendação do VAR para revisão do lance envolvendo Gómez. Mesmo assim, o entendimento dentro do clube é de que a arbitragem não foi a única responsável pela eliminação.
Correções para os próximos desafios
A avaliação interna é de que o rendimento coletivo ficou aquém do necessário para um confronto decisivo contra um rival direto. Dirigentes e comissão técnica apontam a necessidade de corrigir postura e aumentar a intensidade para evitar novos tropeços em mata-matas.
Imagem: Reprodução
Foco no Campeonato Brasileiro
Com a queda no Estadual, o Tricolor direciona agora todos os esforços ao Campeonato Brasileiro. A estreia está marcada para 12 de março, contra a Chapecoense. Em seguida, o time visita Red Bull Bragantino e Atlético-MG.
Internamente, a meta é transformar a frustração da eliminação em resposta imediata nos próximos compromissos. O consenso é claro: foram detalhes técnicos e comportamentais, mais do que o VAR, que custaram a vaga na final paulista.









































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