Porto Alegre, 4 de março de 2026 — A direção do Grêmio passou a tratar com atenção a situação contratual de Cristian Pavón e Francis Amuzu. Os atacantes, titulares sob comando de Luís Castro, possuem vínculo somente até dezembro de 2026 e, a partir de julho, poderão assinar pré-contrato com outra equipe sem custos.
Internamente, o clube avalia abrir conversas para estender os acordos ainda neste semestre. A preocupação é evitar a saída de jogadores considerados importantes sem compensação financeira.
Momento em campo impulsiona debate
A vitória sobre o Internacional no Gre-Nal reforçou o peso de ambos no elenco. No clássico, Pavón atuou improvisado na lateral-direita, mostrou segurança defensiva e participou da construção ofensiva. Amuzu, por sua vez, foi um dos destaques da partida, usando velocidade e agressividade para desequilibrar o jogo.
Desde o fim da temporada passada, Amuzu vem ganhando sequência e assumindo papel relevante no setor ofensivo montado por Luís Castro. Pavón, que alternou momentos de oscilação, recuperou espaço e tem sido utilizado em diferentes funções, qualidade valorizada pela comissão técnica.
Próximos passos
A cúpula tricolor pretende observar o desempenho da dupla nos meses seguintes, especialmente na reta final do Campeonato Gaúcho, antes de formalizar propostas. Ainda assim, a manutenção dos atletas já é vista como ponto chave para garantir estabilidade ao elenco em 2026.
Imagem: Reprodução
Enquanto monitora Pavón e Amuzu, o Grêmio descarta negociar o argentino com o Talleres e acompanha o interesse do Benfica em Gabriel Mec, que deve render nova reunião em julho.
Com o calendário em andamento, os dirigentes entendem que decisões rápidas podem ser determinantes para blindar o grupo e seguir competitivo ao longo do ano.









































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