Remo e Paysandu voltam a medir forças às 17h deste domingo, 08/03, no Estádio Mangueirão, na partida que decide o título e promete mais um capítulo marcante da rivalidade centenária entre os maiores clubes da Amazônia.
A final reúne as equipes com força máxima. O Paysandu contará novamente com o meia Bryan, enquanto o Remo terá de volta o zagueiro Diego Hernandez; ambos cumpriram suspensão no confronto de ida.
Momento bicolor
Dirigido por Júnior Rocha, o Paysandu apresentou suas melhores atuações da temporada justamente nos dois clássicos de 2026: o encontro da 1ª fase e a vitória no primeiro jogo da decisão, em 01/03. Na ocasião, o time construiu o resultado ainda no primeiro tempo, sustentado por marcação intensa em todos os setores do campo.
Reação azulina
No Remo, a expectativa passa por não repetir o desempenho abaixo da crítica visto no último domingo, quando a equipe de Juan Carlos Osorio foi dominada taticamente. Sem a presença do técnico Léo Condé nos treinamentos da semana, a preparação ficou a cargo do auxiliar Flávio Garcia, que comandou atividades focadas em ajustes defensivos e intensidade.
Os jogadores mantiveram postura discreta fora de campo, indicando um pacto interno por reação. O lateral-esquerdo Sávio, afastado anteriormente por Osorio, retorna ao grupo e pode ampliar o poder ofensivo pelo lado. As principais referências seguem sendo Yago Pikachu, em busca de protagonismo que ainda não apareceu nos clássicos, e o atacante Alef Manga, destaque recente na Série A.
Imagem: Raul Martins Clube do Ro
Pressão financeira e desvantagem em campo
Além do resultado adverso da primeira partida, o Remo carrega a pressão de um investimento mais alto na montagem do elenco. O contraste entre o gasto azulino e a vantagem bicolor adiciona tempero extra à decisão.
Com casa cheia esperada no Mangueirão, o Re-Pa deste domingo encerra a temporada regional paraenses sob clima de expectativa máxima e promete emoções dignas da história do confronto.








































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