O técnico Luis Zubeldía determinou que os jogadores do Fluminense permanecessem no gramado do Maracanã, na noite de domingo (8), para acompanhar a entrega do troféu do Campeonato Carioca ao Flamengo. A orientação, também reforçada pelo presidente tricolor Mário Bittencourt, tinha como objetivo demonstrar respeito ao rival após a decisão por pênaltis.
Mesmo assim, a maioria da equipe dirigiu-se diretamente ao vestiário após a derrota. Apenas Paulo Henrique Ganso e Renê atenderam prontamente ao pedido e aguardaram a cerimônia à beira do campo. Incomodado com a ausência dos demais atletas, Zubeldía retornou ao vestiário e tentou convencê-los a voltar, mas parte do grupo manteve a decisão de não reaparecer no gramado.
Confronto equilibrado e decisão nos pênaltis
O título estadual foi definido depois de empate emocionante no tempo normal. O Flamengo, que havia perdido as finais da Supercopa e da Recopa no início da temporada, superou o Fluminense nas cobranças de pênalti e celebrou a conquista diante de mais de 60 mil torcedores.
Em entrevista coletiva, Zubeldía classificou o clássico como “muito parelho” e de intensidade típica de uma final. O treinador reconheceu falhas no aproveitamento nas penalidades — Guga e Otávio desperdiçaram suas cobranças — e afirmou que o clube trabalhará esse fundamento para compromissos da Copa do Brasil e da Libertadores.
Imagem: Reprodução
Ao explicar a escolha dos cobradores, explicou que a definição baseia-se no perfil de cada atleta e no desempenho observado nos treinos da semana. “Tomamos todas as decisões buscando o máximo dentro da competição”, disse, lamentando a perda do título mas ressaltando o esforço da equipe.








































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