A queda do Botafogo na terceira fase preliminar da Copa Libertadores, confirmada na noite de 11 de março de 2026 diante do Barcelona de Guayaquil no Estádio Nilton Santos, desencadeou ameaças a integrantes da diretoria alvinegra.
Poucas horas após a derrota, números de telefone de dirigentes foram divulgados em grupos de WhatsApp, e mensagens ofensivas passaram a circular. Entre os alvos está Alessandro Brito, diretor de gestão esportiva do clube.
Providências legais em análise
Diante da gravidade das ameaças, a cúpula do Botafogo avalia registrar um boletim de ocorrência para identificar os responsáveis pelo vazamento dos contatos e pelo conteúdo intimidatório. A situação ampliou o clima de tensão que já existia internamente depois da eliminação.
Impacto esportivo e financeiro
A meta do Botafogo era chegar à fase de grupos da Libertadores. Fora da principal competição continental, o time garantiu vaga apenas na Copa Sul-Americana, alteração que afeta o planejamento esportivo e o orçamento previsto para a temporada.
Imagem: Reprodução
Momento delicado
O clube registra, até o momento, mais derrotas do que vitórias em 2026. Além disso, o atacante Montoro foi colocado na lista de transferências, com valor fixado em R$ 120 milhões, movimento que pode gerar receita extra, caso se concretize.
A diretoria trata o episódio das ameaças como prioridade imediata e promete acionar as autoridades para responsabilizar os envolvidos.









































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