O desligamento do zagueiro João Basso do Santos, oficializado em 13 de março de 2026, provocou desconforto nos bastidores do clube e, sobretudo, no atacante Neymar. O defensor rescindiu o contrato que terminaria ao fim da temporada após deixar de fazer parte dos planos da comissão técnica liderada por Juan Pablo Vojvoda.
Amizade fora de campo
Basso e Neymar desenvolveram forte amizade desde o retorno do camisa 10 à Vila Belmiro. O zagueiro passou a frequentar compromissos pessoais do atacante, incluindo encontros na residência de Neymar em Mangaratiba, e a relação se estendeu a outros atletas, como o volante Tomás Rincón.
Com a saída, Neymar publicou mensagem de despedida nas redes sociais e, segundo pessoas ligadas ao clube, externou incômodo com a forma como o afastamento foi conduzido. Internamente, já havia a previsão de que a decisão poderia impactar o ambiente do elenco pela proximidade entre os jogadores.
Motivos da rescisão
A diretoria e a comissão técnica optaram pela rescisão após Basso perder espaço no grupo. O defensor ficou fora de diversas listas de relacionados e, mesmo quando voltou a ser convocado para um jogo na Vila Belmiro, cometeu um erro que resultou em gol adversário. A avaliação interna era de que o ciclo do atleta estava encerrado.
Imagem: Reprodução
Fontes próximas ao zagueiro afirmam que ele se sentiu injustiçado, pois continuava à disposição para atuar e aguardava novas oportunidades. Sem utilização frequente nas semanas seguintes, as partes chegaram ao acordo de rompimento contratual.
Reação controlada
Apesar do incômodo inicial, Neymar compreendeu que a definição partiu exclusivamente da diretoria e da comissão técnica, não tendo participação direta na escolha. O clube monitora o impacto emocional da decisão no grupo, mas mantém o planejamento para a sequência da temporada.








































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