O representante de Martín Anselmi descartou qualquer acordo para reduzir a multa rescisória do treinador, demitido pelo Botafogo após a vitória por 2 a 1 sobre o Red Bull Bragantino, no sábado, 21 de março de 2026. A diretoria alvinegra pretendia negociar valores menores em razão das dificuldades financeiras do clube, mas a equipe do argentino insiste no pagamento total previsto em contrato.
Segundo informações publicadas pelo jornal O Globo, os agentes do técnico alegam que a cláusula que permitiria abatimento da multa só passaria a valer em junho de 2026. Como a dispensa ocorreu antes desse prazo, eles defendem o recebimento integral dos salários até dezembro de 2027.
O montante exigido pode chegar a 4 milhões de euros, aproximadamente R$ 20 milhões na cotação atual. O valor seria quitado mensalmente, como se fosse remuneração comum. Internamente, o Botafogo teme que o custo pressione ainda mais o caixa e amplie o risco de um novo transfer ban, já que o clube enfrenta outras pendências — entre elas, dívidas relativas ao meia Almada.
Imagem: Reprodução
A diretoria acreditava que poderia aliviar o impacto financeiro caso Anselmi fosse contratado rapidamente por outra equipe de ponta, hipótese que reduziria a despesa. Entretanto, a posição firme dos representantes inviabiliza essa estratégia, e o clube carioca agora avalia alternativas para honrar o compromisso contratual.









































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