São Paulo e Botafogo chegaram a um entendimento financeiro para o empréstimo do atacante Artur, mas uma exigência do estafe do jogador interrompeu o avanço da negociação a poucos dias do encerramento da janela de transferências.
Como seria o acordo
O modelo discutido prevê:
- Empréstimo até dezembro de 2024;
- Divisão salarial na proporção aproximada de 60% para o São Paulo e 40% para o Botafogo;
- Opção de compra fixada em cerca de 6 milhões de euros.
Ponto de discórdia
Representantes de Artur solicitaram a inclusão de uma cláusula que permitiria ao atacante deixar o Tricolor sem custos caso receba proposta de um clube do Catar na janela do meio do ano. A diretoria são-paulina considera a condição arriscada, pois ficaria exposta a perder o atleta sem qualquer retorno financeiro após assumir a maior parte dos vencimentos.
Negociação paralisada
Com a posição firme do São Paulo contra a cláusula, as conversas foram suspensas, embora o entendimento entre os clubes permaneça válido. Internamente, o clube paulista avalia que a exigência desequilibra o negócio diante do investimento planejado.
Imagem: Reprodução
Pressão do prazo
A proximidade do fim da janela pressiona todas as partes. O São Paulo ainda busca uma alternativa que satisfaça o estafe do jogador sem comprometer sua segurança contratual. Caso o impasse não seja resolvido nas próximas horas, a transferência pode ser cancelada.








































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