O Internacional pode passar por mudança relevante nos bastidores nos próximos meses. De acordo com o jornalista Luiz Carlos Reche, o proprietário da rede de postos SIM avalia entrar no ambiente político do clube e realizar aportes financeiros.
Empresário foi procurado por grupos internos
Segundo Reche, o empresário, cuja rede de combustíveis movimentou cerca de R$ 2 bilhões em 2023, já foi sondado por correntes do Conselho Deliberativo. O objetivo seria aproximá-lo da gestão colorada e, futuramente, ampliar o poder de investimento do Inter.
Cenário financeiro pressiona busca por recursos
A possível chegada de um novo investidor ganha força após a rejeição do projeto de debêntures pelo Conselho. Sem essa alternativa de captação, o clube trabalha com orçamento limitado e ainda não conta com patrocinador máster na camisa.
Nomes que recentemente injetaram recursos no Beira-Rio, como Elusmar Maggi e Delcir Sonda, não efetuaram novos aportes, o que reforça a necessidade de outras soluções para equilibrar o caixa.
Imagem: Reprodução
Impacto no futebol
A restrição financeira já se reflete no departamento de futebol. Na última janela, o Inter realizou apenas uma contratação considerada de maior investimento: Johan Carbonero, adquirido do Racing em negociação parcelada.
Sem novos aportes, o clube enfrenta dificuldades para competir com rivais que dispõem de investidores ou estruturas financeiras mais robustas. Internamente, o momento é de cautela, mas a eventual entrada do dono da rede SIM alimenta a expectativa por reforço de caixa e maior competitividade.








































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