Roma – O técnico do Napoli, Antonio Conte, declarou na noite de segunda-feira (6) que a Federação Italiana de Futebol (FIGC) deveria avaliá-lo para o cargo de treinador da seleção, vago desde a saída de Gennaro Gattuso.
“É natural que meu nome apareça entre os candidatos. Se eu fosse presidente da federação, também me colocaria na lista”, disse Conte após a vitória por 1 a 0 sobre o Milan, no Estádio Diego Armando Maradona, em Nápoles.
O treinador de 56 anos lembrou que já comandou a Azzurra entre 2014 e 2016 e ressaltou ter contrato com o Napoli até junho de 2027. “Vou me reunir com o presidente ao fim da temporada e veremos o que acontece”, afirmou.
Presidente do Napoli admite liberação
Aurelio De Laurentiis, dono e presidente do clube, declarou ao site esportivo Calcionapoli24 nesta terça-feira (7) que liberaria Conte caso recebesse um pedido formal. “Se ele me pedisse para voltar à seleção, eu provavelmente autorizaria”, afirmou.
De Laurentiis ponderou, contudo, que o técnico dificilmente aceitará o cargo enquanto a federação não resolver sua crise interna. A FIGC está sem presidente desde a renúncia de Gabriele Gravina, ocorrida após a eliminação da Itália na repescagem para a Copa do Mundo de 2026.
Imagem: Reprodução
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O fracasso diante da Bósnia-Herzegovina — empate em 1 a 1 após prorrogação e derrota por 4 a 1 nos pênaltis — manteve a seleção fora do Mundial pela terceira vez consecutiva. A imprensa local aponta Conte como o principal nome para recuperar a equipe; Massimiliano Allegri, atual técnico do Milan, também é citado.
A escolha do novo treinador será definida apenas depois de 22 de junho, data marcada para a assembleia extraordinária que elegerá o sucessor de Gravina na FIGC.









































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