O desembolso de US$ 25 milhões (cerca de R$ 128,5 milhões) que John Textor pretendia realizar na SAF do Botafogo foi barrado. Segundo apuração divulgada na madrugada desta quarta-feira (8) pelos jornalistas Bernardo Gentile e Ricardo Azambuja, o BTG Pactual, contratado como consultor financeiro da operação, não aprovou o plano, e a diretoria do clube associativo decidiu não assinar o contrato.
Proposta formal enviada na terça-feira
De acordo com o empresário norte-americano, a oferta foi protocolada na noite de terça-feira (7). O investimento seria feito com recursos próprios e estruturado como aporte de capital (equity), o que daria à Eagle Football — empresa de Textor — novas ações ordinárias da SAF.
“Apresentei formalmente o interesse de investir, com capitais próprios, US$ 25 milhões adicionais na SAF Botafogo, reforçando meu compromisso com o sucesso de longo prazo do clube”, afirmou o acionista majoritário, em comunicado enviado à imprensa.
Garantia de participação do clube social
Textor reiterou que a participação de 10% do clube social na SAF permanece assegurada e classificou o aporte como “dinheiro novo”, afastando a possibilidade de se tratar de um empréstimo. Apesar disso, o relacionamento entre o investidor e dirigentes do clube associativo enfrenta turbulências desde o ano passado, intensificadas por mudanças de treinadores e contratações sem retorno esperado.
Imagem: Reprodução
Sem o aval do BTG Pactual, a negociação está parada e não há prazo definido para uma nova tentativa de injeção de capital.









































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