São Paulo (SP) – A diretoria do Corinthians informou que enviará à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) um pedido formal de esclarecimentos sobre a decisão da arbitragem no empate por 0 a 0 com o Palmeiras, na Neo Química Arena. O questionamento gira em torno de um choque entre Flaco López, atacante alviverde, e Breno Bidon, meio-campista corintiano, ação interpretada pelo clube como lance para cartão vermelho.
De acordo com o gerente de futebol Marcelo Paz, a equipe considerou o episódio um “erro grave” e quer saber por que o árbitro de vídeo não recomendou a expulsão do jogador palmeirense. “O VAR interveio em outros momentos contra o Corinthians. Precisamos entender o critério utilizado neste caso”, declarou o dirigente ainda nos corredores do estádio.
Cobrança por critério uniforme
Nos bastidores, o Corinthians avalia que a não aplicação do cartão vermelho poderia ter alterado o rumo do dérbi. A insatisfação atinge principalmente a falta de uniformidade nas decisões, ponto reforçado por Paz: “Vamos protocolar uma solicitação forte, mas de forma institucional, para obter transparência sem criar confronto direto com a CBF”.
Confusão após o apito final
O clássico terminou com empurrões e discussões generalizadas. O árbitro relatou em súmula que jogadores e membros das comissões técnicas de ambos os lados se envolveram no tumulto logo após o encerramento da partida.
Imagem: Reprodução
Treinador minimiza o tumulto
Em entrevista coletiva, o técnico Fernando Diniz procurou diminuir o peso da confusão. Para ele, situações semelhantes são comuns em jogos de grande rivalidade. “Empurra-empurra faz parte da intensidade de um clássico”, resumiu.
Com o documento endereçado à CBF, o Corinthians aguarda agora uma resposta oficial sobre a atuação da equipe de arbitragem no dérbi.









































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