O Grêmio tem sua formação principal quase inteiramente definida sob o comando de Luís Castro, mas a análise do elenco indica um problema recorrente: poucas alternativas confiáveis para substituir os titulares, sobretudo do meio para a frente.
Time considerado ideal
Dentro do modelo com um volante centralizado e dois jogadores pelos corredores, a formação que melhor equilibra as características disponíveis hoje é:
Weverton; Pavón, Gustavo Martins, Viery e Pedro Gabriel; Noriega, Nardoni e Arthur; Enamorado, Carlos Vinícius e Amuzu.
Análise posição por posição
Gol: Weverton tornou-se peça incontestável, oferecendo segurança em um setor que já foi problemático.
Defesa: A improvisação de Pavón na lateral direita evidencia carência na posição. Gustavo Martins alterna bons e maus momentos, com falhas em lances decisivos, enquanto Viery se mantém regular. Pedro Gabriel é visto como aposta e ainda busca sequência para se firmar.
Meio-campo: Noriega assumiu o papel de primeiro volante. Nardoni passa por adaptação ao ritmo do futebol brasileiro, processo semelhante ao vivido por Villasanti em temporadas anteriores. Arthur é a principal referência técnica na construção das jogadas.
Imagem: Reprodução
Ataque: Enamorado leva vantagem na velocidade e no um contra um, mas precisa evoluir na finalização. Carlos Vinícius atua como referência na área. Amuzu vive seu melhor momento físico, sendo decisivo, embora ainda tenha pontos a corrigir no passe final e no drible em profundidade.
Banco evidencia limitações
Ao olhar para as alternativas, as dificuldades ficam claras:
- Laterais e zagueiros: Marcos Rocha e Balbuena sentem o desgaste físico. Luis Eduardo é promissor, mas não gera impacto imediato, e Caio Paulista tem experiência, porém não altera o patamar da equipe.
- Meio-campo: Mudanças como Monsalve e Mec modificam a característica do setor, oferecendo mais ofensividade, porém sem a consistência exigida pelo esquema de Castro.
- Ataque: A reposição é a parte mais frágil. Braithwaite ainda não marcou desde que voltou de lesão e busca ritmo. Tetê atravessa fase ruim tanto física quanto mentalmente.
Com um time titular competitivo, mas elenco curto, o Grêmio entra em cada partida sabendo que a queda de rendimento pode ocorrer sempre que forem necessárias substituições.









































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