Recife, 26 de abril de 2026 – O Sport Club do Recife celebrou nesta terça-feira o Dia do Goleiro relembrando Haílton Corrêa de Arruda, o Manga, arqueiro histórico revelado em sua base e cujo aniversário originou a data comemorativa instituída em 1975.
Início vitorioso na Ilha do Retiro
Manga chegou à Ilha do Retiro aos 17 anos, na década de 1950, e rapidamente se destacou. Em 1954, conquistou o título juvenil sem sofrer gols, resultado que levou o técnico Gentil Cardoso a promovê-lo para uma excursão da equipe principal pela Europa e Oriente Médio. No elenco profissional, foi tricampeão pernambucano em 1955, 1956 e 1958, atuando ao lado de nomes como Traçaia, Ademir Menezes e Almir Pernambuquinho.
Carreira internacional e referência mundial
Convocado para a Copa do Mundo de 1966, o goleiro defendeu clubes como Botafogo, Nacional-URU, Internacional e Barcelona-EQU, acumulando títulos até pendurar as luvas em 1982. Conhecido por jogar sem luvas, somava dedos tortos e dizia ter se acostumado à dor, traço de coragem que reforçou o apelido de “Leão”.
Legado rubro-negro
O Sport lembra que Manga abriu caminho para uma linhagem de arqueiros que inclui Emerson Leão, Bosco, Magrão, Maílson e, atualmente, Thiago Couto, Halls, Adriano e Dênis. A trajetória do pernambucano, falecido em 2025, segue como motivo de orgulho para o clube, que o considera símbolo de sua identidade vencedora sob as traves.
Imagem: Reprodução
Ao celebrar o Dia do Goleiro, o Leão da Ilha reforça a importância de Manga para a história do futebol brasileiro e para a consolidação da posição dentro e fora do Recife.








































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