O Grêmio desembarcou em Buenos Aires sob protestos de torcedores na noite que antecede o duelo contra o Riestra, pela fase de grupos da competição continental. Um grupo reduzido de gremistas reuniu-se em frente ao hotel onde a delegação se hospeda e cobrou o elenco em tom elevado.
Durante o trajeto do ônibus até a recepção, o nome do atacante Tetê foi o mais citado nas críticas. Gritos como “Tira o Tetê!”, “Falta vontade!” e “O que está acontecendo?” dominaram o ambiente por cerca de um minuto, expondo a insatisfação com o desempenho recente da equipe.
O vice-presidente de futebol, Antônio Dutra Jr., aproximou-se primeiro para tentar dialogar com os torcedores. Logo depois, o técnico Luís Castro também tentou conversar, mas teve suas palavras praticamente abafadas pela sequência de cobranças. Mesmo assim, o treinador manteve postura calma durante todo o episódio.
O protesto acontece às vésperas de um confronto decisivo. Atual segundo colocado do Grupo F, o Tricolor precisa pontuar diante do Riestra nesta terça-feira para seguir dependendo apenas de si na briga pela classificação.
Imagem: Reprodução
Internamente, Tetê é visto como símbolo da pressão atual. Apesar das críticas, o atacante deve continuar entre as opções de Castro, já que o setor ofensivo dispõe de alternativas limitadas. A comissão técnica concentra os ajustes finais no treino desta segunda-feira, visando uma resposta em campo que alivie o momento de tensão.









































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