Filipe Luís deixou o comando do Flamengo em 3 de março depois de enfrentar seguidos impasses no mercado de transferências. Segundo apuração do jornalista André Freixo, da Agência RTI Esporte, o técnico apresentou à diretoria rubro-negra cinco nomes considerados estratégicos, mas todos foram vetados.
Quem são os jogadores pedidos
O treinador indicou os volantes Wendel (Zenit) e Marcos Antônio (São Paulo), além dos atacantes Kaio Jorge (Cruzeiro), Taty Castellanos (West Ham) e Marcos Leonardo (Al-Hilal). Nenhuma negociação avançou.
Motivos do veto
A principal barreira foi financeira. A cúpula do Flamengo considerou que as operações — entre taxas de transferência, salários e luvas — ultrapassavam o planejamento do clube.
Entre os cinco nomes, Wendel era tratado internamente como a prioridade. O Zenit, porém, estipulou cifras consideradas fora da realidade rubro-negra. Marcos Antônio também entrou no radar, mas foi descartado por não se enquadrar no perfil de contratações definido pela diretoria.
No ataque, os custos de Taty Castellanos foram considerados elevados. Já Kaio Jorge e Marcos Leonardo foram avaliados como oportunidades de mercado em razão de situações contratuais favoráveis, mas acabaram igualmente recusados.
Imagem: Reprodução
Consequências internas
Sem o respaldo nas contratações, Filipe Luís não conseguiu implementar a reformulação de elenco que pretendia. Paralelamente, o departamento de futebol manteve postura mais cautelosa e passou a mirar outros alvos, como o meia-atacante Lucas Paquetá.
De acordo com a mesma apuração, o diretor de futebol José Boto sugeriu ao presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, uma mudança de filosofia que culminou na saída de Filipe Luís e abriu caminho para o português Leonardo Jardim.
Fora do clube há dois meses, Filipe Luís segue sem novo destino definido, embora seu nome circule no mercado europeu.








































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