O São Paulo recebeu um “não” na primeira tentativa de repatriar Wesley. O Al-Rayyan, do Catar, recusou a oferta de empréstimo com opção de compra apresentada pelo Tricolor e avisou que só libera o atacante em negociação definitiva.
Estrangeiros querem recuperar investimento
Em 2022, o clube catariano desembolsou 8,5 milhões de euros (cerca de R$ 49,6 milhões à época) para tirar Wesley do Internacional. Sem estipular preço agora, a diretoria do Al-Rayyan sinalizou que deseja vender o atleta de 27 anos para, no mínimo, reduzir a perda técnica e financeira de uma eventual saída.
Pedido de Roger Machado
A investida tricolor parte de um pedido de Roger Machado, que trabalhou com Wesley no Colorado e enxerga o atacante como peça útil para o sistema ofensivo. O treinador sabe que o jogador atua pelas duas pontas, característica escassa no elenco são-paulino.
Momento de Wesley no Catar
- Chegada com bom impacto, mas queda de prestígio na temporada atual;
- Algumas partidas fora da lista de relacionados;
- Cenário que estimula o brasileiro a buscar novo desafio.
Por que o São Paulo acelera?
- Janela de meio de ano se aproxima e a concorrência por atacantes de lado costuma ser alta;
- Elenco perdeu profundidade após saídas e lesões no setor ofensivo;
- Clube disputa Brasileirão e competições de mata-mata, exigindo rotação maior.
Próximos passos na negociação
Sem acordo pelo empréstimo, a cúpula são-paulina analisa se vale partir para uma proposta de compra. A decisão passará por:
Imagem: Reprodução
- Avaliação financeira em relação ao orçamento da janela;
- Disponibilidade de estrangeiros no mercado nacional;
- Necessidade de reforços para as fases decisivas do calendário.
Enquanto isso, Wesley segue vinculado ao Al-Rayyan, treinando normalmente e aguardando definições. Já o São Paulo monitora alternativas, mas mantém o nome do atacante no topo da lista para o setor.









































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