Carlo Ancelotti encerrou o suspense em torno da presença de Neymar na Copa do Mundo de 2026. O italiano confirmou o camisa 10 do Santos entre os 26 convocados, mas frisou que a escalação inicial ainda está em aberto. Segundo o treinador, “o treino vai decidir” quem começa jogando quando o Brasil estrear no Mundial de Canadá, Estados Unidos e México.
Convocação põe fim à incerteza
O histórico recente de lesões havia colocado a participação de Neymar em dúvida. Depois de uma cirurgia ligamentar no joelho esquerdo, em 2023, e outro procedimento no menisco no fim de 2025, o atacante passou mais de um ano longe da Seleção. Em 2026, porém, disputou 15 partidas pelo Santos, marcou seis gols e deu quatro assistências — sequência considerada suficiente pelo departamento técnico para atestar sua condição.
Recuperação física sustentou decisão
Ancelotti revelou que a comissão acompanhou o atleta “ao longo de todo o ano” antes de bater o martelo. O trabalho de controle de carga feito pelo clube paulista evitou novas recaídas e permitiu que o atacante chegasse à convocação sem restrições médicas relevantes.
Espaço dependerá do rendimento
Apesar da experiência — será o quarto Mundial de Neymar —, Ancelotti deixou claro que não há cadeira cativa. “Escolhemos Neymar porque pode agregar; se vai jogar um, cinco ou 90 minutos, depende da qualidade que mostrar”, afirmou. O recado vale para o elenco inteiro, numa tentativa de afastar a concentração de expectativas em um único nome.
Imagem: Lucas Figueiredo
Papel mais centralizado no ataque
O técnico também sinalizou que vê o camisa 10 atuando por dentro, função que tende a aproximá-lo de Vini Jr., Raphinha, Endrick e Lucas Paquetá, outros pilares ofensivos da lista. A ideia é aproveitar a visão de jogo do veterano sem sobrecarregá-lo fisicamente nas pontas.
Rumo ao hexa: próximos passos
- Apresentação na Granja Comary nos próximos dias;
- Amistosos contra Panamá e Egito como testes finais;
- Estreia na fase de grupos da Copa 2026 marcada para junho.
Com 79 gols em 128 jogos pela Seleção, Neymar tenta ajudar o Brasil a levantar o sexto troféu mundial, agora sob a gestão de Ancelotti. A titularidade, contudo, dependerá dos treinos em Teresópolis e do desempenho nos amistosos que encerram a preparação.
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