O revés por 1 a 0 diante do Cerro Porteño, no Allianz Parque, pela 5ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores, acendeu o sinal de alerta no Palmeiras. Logo após a partida, o goleiro Carlos Miguel admitiu a má fase coletiva, cobrou eficiência ofensiva e pediu o apoio das arquibancadas para que o time reencontre o desempenho que o levou às fases decisivas do torneio continental nos últimos anos.
“Quem não faz, leva”: análise direta pós-jogo
De cabeça fria, Carlos Miguel resumiu o que viu em campo: chances desperdiçadas e punição imediata. “Criamos oportunidades no primeiro e no segundo tempo, mas não concluímos. Eles fizeram o jogo deles e saíram com a vitória”, afirmou. Foi apenas a segunda derrota do goleiro na temporada, mas suficiente para acelerar cobranças internas e externas.
Tabela embolada no Grupo F
- Cerro Porteño – 10 pontos
- Palmeiras – 8 pontos
- Outros dois times – brigam por vaga (pontuação não divulgada)
Com a combinação de resultados, o Verdão deixou a liderança e precisará pontuar na última rodada para evitar depender de terceiros. O histórico recente mostra que a equipe costuma crescer no mata-mata, mas, primeiro, precisa confirmar classificação.
Torcida cobra, elenco pede paciência
Os protestos no Allianz Parque foram imediatos. Para o goleiro, a reação é “natural”, pois o torcedor “quer espetáculo”. Ele, porém, acredita em rápida recuperação: “Podem apoiar a gente, que vamos dar a volta por cima”. A manifestação ecoa discursos anteriores do técnico Abel Ferreira e do volante Paulinho, que também reconheceram desempenho abaixo do habitual nesta série de jogos.
Imagem: Rafael Pimenta
Próximo desafio: Flamengo no Maracanã
Sem tempo para lamentar, o Palmeiras muda o foco para o Brasileirão. No sábado (23), às 20h, visita o Flamengo pela 17ª rodada. O confronto coloca frente a frente duas equipes que brigam na parte alta da tabela e pode servir de termômetro antes da rodada decisiva da Libertadores.
Com calendário apertado e ambiente em ebulição, a palavra de ordem na Academia de Futebol é “reação”. O pedido de Carlos Miguel indica que, ao menos dentro do vestiário, o discurso está alinhado: assumir a responsabilidade, retomar a confiança e transformar pressão em combustível para a arrancada que o torcedor aguarda.
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