Renato Gaúcho não pôde estar à beira do gramado por causa de suspensão imposta pela Conmebol, mas acompanhou de perto a derrota de virada do Vasco por 3 a 1 para o Olimpia, na última quarta-feira, em Assunção. Nas redes sociais, o técnico admitiu que o resultado aumenta a pressão sobre o elenco na reta final da fase de grupos da Copa Sul-Americana.
Expulsão muda a história em Assunção
O Cruz-Maltino abriu o placar com Carlos Cuesta ainda no primeiro tempo, mas a vantagem durou pouco depois do intervalo. O empate paraguaio veio logo na volta dos vestiários e, minutos depois, João Vitor recebeu cartão vermelho direto. Com um homem a menos, o Vasco sofreu mais dois gols e viu o Olimpia confirmar a virada no Defensores del Chaco.
Situação do Grupo G
- Vasco permanece com 7 pontos após cinco rodadas.
- Perde a liderança e, a uma rodada do fim, não depende apenas de si para avançar.
- Precisa vencer na última jornada e torcer por combinação favorável nos demais jogos da chave para alcançar o mata-mata.
A classificação direta à próxima fase ficou complicada justamente no momento em que o calendário afunila e a exigência física aumenta, fator citado por Renato em sua análise pós-jogo.
Próximo desafio: foco no Brasileirão
Sem tempo para lamentar, o Vasco volta a campo no domingo (24), às 20h30, em São Januário, diante do Red Bull Bragantino, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. O confronto em casa ganha peso duplo: além de tentar estancar a oscilação recente, a equipe precisa chegar embalada ao último compromisso da Sul-Americana, que se tornou decisivo.
Imagem: Reprodução / OddsNEWS
Renato, que cumpriu suspensão na competição continental, estará liberado para comandar o time no Brasileirão. A presença do treinador à beira do gramado é vista internamente como ponto importante para recuperar confiança e ajustar a equipe antes da partida derradeira no torneio sul-americano.
Com o revés em Assunção, a margem de erro cruz-maltina diminuiu. O calendário mostra que cada jogo, a partir de agora, tende a carregar peso de decisão para um elenco que, nas palavras do próprio técnico, joga sob “pressão muito grande”.
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