O desligamento de Filipe Luís do comando do Flamengo, confirmado na madrugada desta terça-feira (3), elevou para quatro o número de técnicos dispensados por clubes da Série A em apenas quatro rodadas do Campeonato Brasileiro de 2026.
Quem já caiu em 2026
O primeiro a perder o cargo foi o argentino Jorge Sampaoli, demitido pelo Atlético-MG depois do empate com o Remo na terceira rodada. Antes disso, a equipe havia empatado com o Palmeiras e sido derrotada pelo Red Bull Bragantino.
Na sequência, Fernando Diniz deixou o Vasco. A saída ocorreu após a derrota por 1 a 0 para o Fluminense na semifinal do Campeonato Carioca. No Brasileiro, Diniz acumulou duas derrotas (Mirassol e Bahia) e um empate (Chapecoense).
O colombiano Juan Carlos Osorio foi dispensado pelo Remo depois de perder para o Paysandu na partida de ida da final do Paraense. Pela Série A, o treinador colecionou uma derrota (Vitória) e três empates (Mirassol, Atlético-MG e Internacional).
Com a queda de Filipe Luís no Flamengo, o número de demissões alcançou o mesmo patamar registrado em 2025 no mesmo estágio da competição.
Imagem: Reprodução
Retrospecto recente
Em 2025, quatro treinadores haviam sido desligados até a quarta rodada. O primeiro foi Mano Menezes, dispensado pelo Fluminense após revés diante do Fortaleza na estreia. Depois, o português Pedro Caixinha deixou o Santos após derrota para o próprio Fluminense na terceira rodada. No fim da quarta rodada, o Grêmio demitiu o argentino naturalizado boliviano Gustavo Quinteros depois de uma goleada de 4 a 1 sofrida diante do Mirassol, e o Corinthians encerrou o vínculo com o argentino Ramón Díaz após derrota para o Fluminense. Díaz ainda seria contratado e posteriormente desligado pelo Internacional.
Ao todo, o Brasileirão de 2025 registrou 22 trocas de comando em 38 rodadas, superando as 21 mudanças vistas em 2024.
Recordes de demissões
O maior número de quedas em um mesmo Campeonato Brasileiro ocorreu em 2003, quando 24 clubes participaram da competição: foram 40 demissões. Desde 2006, com o torneio disputado por 20 equipes, o recorde é de 32 trocas, registradas em 2015.









































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