O São Paulo saiu da Vila Belmiro satisfeito não apenas pelo resultado diante do Santos, em 4 de fevereiro de 2026, mas principalmente pela atuação de Lucas Moura. O camisa 7 entrou no segundo tempo do duelo válido pelo Campeonato Brasileiro e deu o passe para o gol de Jonathan Calleri, lance que garantiu o empate tricolor e empolgou comissão técnica, elenco e diretoria.
Nos bastidores, o entendimento é de que o meia-atacante está em clara evolução física e técnica após o período de recuperação. A avaliação interna aponta o jogador como potencial “maior reforço” da temporada caso alcance o nível pleno nas próximas semanas.
Retorno controlado
Desde o início de 2026, Lucas participou de oito partidas, apenas três como titular, e ainda não completou 90 minutos. A comissão liderada por Hernán Crespo adota cautela, controlando carga física e minutagem para evitar novas lesões e garantir sequência ao longo do calendário.
Contra o Santos, o atacante apresentou uma de suas melhores exibições no ano: aumentou a intensidade ofensiva e participou diretamente do gol tricolor. A estratégia do departamento de futebol é manter o ritmo crescente sem apressar etapas, focando em confiança física, psicológica e recuperação do timing competitivo.
Imagem: Reprodução
Papel de liderança
Dentro do elenco, há consenso de que, completamente apto, Lucas Moura pode assumir protagonismo técnico e emocional, elevando o nível ofensivo do time em momentos decisivos. A assistência diante do rival paulista reforçou a percepção de que o retorno ao auge está próximo.
Com um calendário cheio nas próximas rodadas, o São Paulo aposta na evolução do camisa 7 como reforço interno de peso para a sequência de 2026.









































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