A assinatura do novo contrato de Agustín Rossi com o Flamengo está em compasso de espera e já provoca desconforto interno. Embora clube e jogador tenham manifestado desejo de continuar juntos, a formalização do acordo, prevista para ocorrer sem obstáculos, foi postergada pela diretoria rubro-negra.
Atualizada em 16/01/2026, às 15h52, a situação ganhou ares de impasse. Nos bastidores, o departamento de futebol alega prioridade total no mercado de transferências — entradas e saídas do elenco — antes de finalizar renovações consideradas encaminhadas, entre elas a do goleiro argentino.
Do lado do atleta, o incômodo cresce. O estafe de Rossi defende um desfecho rápido para afastar especulações e dar segurança ao planejamento da carreira do camisa 1, que recebeu sondagens recentes do futebol europeu. Apesar do interesse externo, o jogador assegura que prefere permanecer no Rio de Janeiro, onde já se sente adaptado e conta com forte identificação com a torcida.
A diretoria, por sua vez, mantém discurso de tranquilidade e garante que não há risco de rompimento. O plano é retomar as conversas assim que o cenário do mercado ficar mais claro. A proposta em estudo prevê vínculo superior a 2027, com reajuste salarial e projeto de longo prazo.
Contratado em 2023 junto ao Boca Juniors, Rossi soma 141 partidas pelo Flamengo, 70 delas sem sofrer gols. O goleiro detém ainda o recorde histórico do clube de maior sequência sem ser vazado: 964 minutos.
Imagem: Reprodução
Na última temporada, em 15/11/2025, ele defendeu a meta rubro-negra na vitória sobre o Sport, na Arena Pernambuco, pelo Brasileirão.
Mesmo com o otimismo declarado, a demora na assinatura segue como ponto de tensão entre as partes e mobiliza os bastidores do clube carioca.









































Adicionar comentário