São Paulo – A seleção brasileira joga contra a França nesta quinta-feira (26) em amistoso que, inicialmente, seria usado como parâmetro de força para a Copa do Mundo de 2026, mas acabou esvaziado por uma série de problemas na preparação.
Troca de comando a um ano do Mundial
Carlo Ancelotti assumiu o time nacional faltando cerca de 12 meses para o torneio e, desde então, dispõe de tempo reduzido para definir esquema, testar formações e consolidar conceitos táticos. O treinador não teve um ciclo completo de quatro anos – período em que, normalmente, se avaliam questões como uso ou não de centroavante, marcação alta e composição de laterais.
Sete lesões entre prováveis titulares
A lista de convocados sofreu cortes sucessivos por contusões. Estão fora do encontro no Stade de France:
- Alisson
- Éder Militão
- Marquinhos
- Gabriel Magalhães
- Alex Sandro
- Bruno Guimarães
- Estêvão
- Rodrygo
As ausências tiram de Ancelotti até oito nomes considerados titulares nos planos iniciais para a Copa.
Base ainda indefinida
No amistoso, a espinha dorsal deve ter Douglas Santos, Casemiro, Vinicius Júnior, Raphinha e Matheus Cunha, mas o restante da equipe será formado de acordo com testes que a comissão técnica pretende fazer às vésperas da convocação final de 26 jogadores, prevista para maio.
Imagem: Reprodução
Objetivo restrito
Com tantos desfalques, o duelo contra os franceses deixa de ser indicador do nível competitivo do Brasil frente às principais seleções e passa a servir quase exclusivamente para observações individuais. A partida ajudará a definir reservas na zaga, opções confiáveis na lateral direita e alternativas de ataque.
Cenário de improviso
Enquanto outras candidatas ao título utilizam o período para ajustes finos, a seleção chega ao amistoso sem ideias consolidadas de jogo e depende de soluções de última hora. O resultado é uma preparação considerada aquém do ideal a pouco mais de dois meses da estreia no Mundial.









































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