São Paulo – O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, já manifestou publicamente a intenção de estender o contrato de Carlo Ancelotti até a Copa do Mundo de 2030. O técnico italiano, que atualmente dirige a seleção brasileira, tem vínculo em vigor somente até o fim do Mundial deste ano, marcado para junho.
Em artigo publicado na coluna “O Mundo É uma Bola”, o jornalista Luís Curro classifica a eventual renovação antecipada como “apressada” e “arriscada”. Segundo o colunista, o desempenho da equipe na próxima Copa deveria ser o principal critério para qualquer decisão sobre continuidade.
Argumentos apresentados na coluna
• Caso o Brasil não alcance, no mínimo, as semifinais, a manutenção de Ancelotti no cargo pode tornar-se insustentável, ainda que exista contrato em vigor.
• A ruptura antes de 2030 exigiria o pagamento de multa rescisória elevada, gerando prejuízo para a CBF.
• Históricamente, apenas Tite manteve o cargo após um Mundial sem título. O ex-técnico somou 74% de vitórias em 81 jogos; Ancelotti tem 50% em oito partidas pela seleção.
• O salário atual do treinador é estimado em R$ 5 milhões mensais. A proposta de renovação incluiria reajuste de cerca de 20% — percentual que poderia subir para 40% ou 50% em caso de conquista da taça.
Cenário projetado
Para o colunista, adiar a negociação até depois da Copa permitiria uma decisão baseada em resultados. Se o Brasil for campeão, o ambiente político e financeiro seria favorável a um novo acordo; se houver frustração, a CBF poderia encerrar o ciclo sem custos adicionais.
Imagem: Reprodução
A entidade, porém, pretende apresentar a renovação como sinal de planejamento de longo prazo. A oficialização do novo contrato, caso confirmada, deve ocorrer nas próximas semanas.









































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