O São Paulo vive novo abalo interno. Conselheiros protocolaram, na terça-feira, 24 de março de 2026, um pedido formal de expulsão do conselheiro vitalício Antonio Donizete, o Dedé, junto à Comissão de Ética do clube.
Acusações ligadas ao caso FGoal
No documento, os signatários afirmam que Dedé agiu de maneira incompatível com as responsabilidades do cargo ao supostamente fornecer informações que a empresa FGoal utiliza em ação judicial milionária contra o Tricolor. Para o grupo, a conduta do ex-diretor social teria fragilizado a defesa do clube na disputa.
Posicionamento da defesa
Representado pelo advogado Erivaldo Cardoso, Dedé sustenta que apenas respondeu a uma notificação formal da FGoal e que sua manifestação ocorreu por obrigação legal, sem intenção de favorecer qualquer parte. O conselheiro acrescenta não ter sido comunicado oficialmente sobre o pedido de expulsão.
Investigações externas
Paralelamente, Dedé é alvo de inquéritos conduzidos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, que analisam possíveis irregularidades em contratos e atos de gestão no São Paulo.
Imagem: Reprodução
Contrato rescindido e disputa na Justiça
A polêmica gira em torno do antigo acordo com a FGoal, responsável pela operação de alimentos e bebidas no Morumbis. O São Paulo rompeu o contrato após detectar movimentações financeiras consideradas irregulares. A empresa recorreu à Justiça para tentar restabelecer o vínculo, embasando sua petição em documentos e trocas de mensagens que mencionam Dedé.
Dentro do clube, o caso reforça questionamentos sobre falhas de governança e processos decisórios sem a formalização adequada, elevando a pressão sobre dirigentes e órgãos internos enquanto o pedido de expulsão tramita na Comissão de Ética.









































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