O Corinthians deixou praticamente de lado a negociação pelo atacante Rony após se irritar com a postura do estafe do jogador, que manteve conversas paralelas com o Santos. A decisão foi tomada depois de um encontro entre o representante do atleta e dirigentes santistas, considerado deselegante pela diretoria alvinegra.
Segundo informações obtidas em 27 de janeiro de 2026, o episódio esfriou as tratativas, já conduzidas com cautela pelo clube paulista por razões financeiras e pelo receio de repercussão negativa entre parte da torcida.
Com o recuo corintiano, o Santos avançou rapidamente. O clube da Vila Belmiro acertou bases salariais e tempo de contrato — três temporadas — diretamente com o jogador e passou a negociar os detalhes finais com o Atlético-MG, dono dos direitos do atleta. Os valores giram em torno de 3 milhões de euros, podendo chegar a 4 milhões com bônus por metas.
No Atlético-MG, o técnico Jorge Sampaoli não fez objeção à saída do atacante. A diretoria mineira aguarda apenas o acerto definitivo entre Santos e empresário para concluir a transferência.
Imagem: Reprodução
O Corinthians, que avaliava custos, impacto esportivo e ambiente político, decidiu não participar de um possível leilão nem assumir desgaste público por um atleta que não era unanimidade interna. A partir de agora, o clube volta suas atenções a outras opções de mercado.
Enquanto isso, o Santos trabalha para finalizar a contratação e reforçar o elenco para a temporada.









































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