O Corinthians definiu que aceitará negociar o zagueiro Cacá nesta janela de transferências apenas em caso de venda em caráter definitivo. A posição foi tomada mesmo diante do interesse do Athletico-PR, que buscava inicialmente um empréstimo.
Perda de espaço com Dorival Júnior
Cacá passou a ser a quinta opção para a defesa alvinegra, atrás de Gustavo Henrique, André Ramalho, Gabriel Paulista e João Pedro Tchoca. Sem atuar desde a derrota para o Fortaleza no início de dezembro, o defensor de 24 anos ficou fora dos planos imediatos de Dorival Júnior.
Motivos financeiros pesam
O clube paulista detém 90% dos direitos econômicos do jogador e ainda tem parcelas a pagar ao Tokushima Vortis referentes à compra realizada no começo de 2025, avaliada em US$ 4 milhões. Diante do orçamento para 2026, a diretoria entende que um novo empréstimo traria mais custos do que receitas, motivo pelo qual exige pagamento à vista para liberá-lo.
Situação do Athletico-PR
No mercado para substituir a provável saída de Lucas Belezi, o Athletico-PR vê em Cacá um nome familiar — o zagueiro atuou em Curitiba em 2023. A comissão técnica rubro-negra pretende ter mais opções para eventuais esquemas com três defensores, mas a exigência financeira do Corinthians é considerada elevada neste momento.
Imagem: Reprodução
Outras movimentações na zaga
O Corinthians também cogitou negociar Félix Torres, porém o equatoriano deve ser emprestado ao Internacional, o que aumenta o peso da decisão sobre Cacá. Até receber proposta que atenda às condições impostas, o clube paulistano mantém o recado: a saída do jogador só ocorrerá mediante compra definitiva.









































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