O auxiliar técnico do Atlético, Diogo Alves, concedeu entrevista coletiva após a derrota para o Red Bull Bragantino, resultado que encerrou a invencibilidade alvinegra no início do Campeonato Brasileiro.
Sai atrás de novo
Questionado sobre o fato de a equipe ter sofrido o primeiro gol em cinco partidas consecutivas — seis em oito jogos na temporada —, Alves classificou a sequência como “coincidência” e não como problema de postura. Ele lembrou que, em compromissos recentes contra Cruzeiro e Palmeiras, o Atlético conseguiu virar o placar, algo que não se repetiu em Bragança Paulista.
Lançamentos como estratégia
O auxiliar explicou o uso frequente de bolas longas. Segundo ele, o Bragantino pressiona com seis ou sete jogadores no campo adversário, deixando a última linha exposta. A intenção, portanto, era acelerar a transição para o ataque e evitar perdas de bola perto da área defensiva.
Alves reconheceu que jogadores de maior controle de posse ficaram prejudicados pela escolha, mas afirmou que as mudanças feitas no intervalo trouxeram “energia” e melhoraram o desempenho no segundo tempo.
Parte física e elenco
Sobre o lateral equatoriano Angelo Preciado, o integrante da comissão técnica disse que o atleta ainda busca ritmo após período de inatividade, mas garantiu confiança na capacidade física do jogador.
Imagem: Reprodução
Alves também abordou o acúmulo de minutos de Alan Franco. De acordo com ele, a comissão selecionou atletas capazes de suportar sequência intensa neste início de calendário, caso do volante, além de Júnior Alonso e Victor Hugo. O grupo é monitorado para evitar lesões.
Exigência do Brasileirão
Para o auxiliar, o principal desafio no momento é elevar rapidamente o nível competitivo frente a adversários mais fortes que os enfrentados no estadual. Ele citou o Bragantino como exemplo de equipe que mantém estrutura e metodologia há mais tempo, facilitando a adaptação a um jogo “mais intenso e agressivo”.
Alves concluiu dizendo que o Atlético precisa manter equilíbrio emocional para lidar com oscilações naturais e apresentar rendimento “compatível com a exigência do torneio”.









































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