O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, revelou que a negociação para repatriar Lucas Paquetá incluiu uma cláusula que garante compensação financeira ao West Ham caso o meia seja vendido futuramente ao futebol europeu.
Maior investimento do país
Fechado por 42 milhões de euros (cerca de R$ 260 milhões), o acordo é o maior já realizado por um clube brasileiro. O contrato vale por cinco anos: 15,25 milhões de euros foram pagos à vista e os 26,75 milhões restantes serão quitados em parcelas até 2028.
Detalhe decisivo
Em entrevista ao jornal Diario AS, Baptista explicou que o West Ham condicionou a liberação do atleta à inclusão da cláusula. “Se eu estivesse no lugar do dono do West Ham, pensaria da mesma forma”, comentou o dirigente, classificando a exigência como “absolutamente legítima”.
Apesar da ressalva contratual, o Flamengo não planeja negociar Paquetá no curto ou médio prazo. “Se aparecer uma oferta de 100 milhões de euros amanhã, vou analisar. Mas só se ele aceitar”, afirmou Baptista.
Vontade do jogador pesou
Segundo o presidente rubro-negro, o desejo de Paquetá em voltar ao Brasil foi determinante para a conclusão da transferência, mesmo com o poder financeiro do clube carioca.
Imagem: Reprodução
Estreia próxima
Com situação contratual regularizada, Paquetá já treina com o elenco e poderá ser relacionado para o duelo contra o Vitória, nesta terça-feira (10), às 21h30, no Barradão, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro.
A comissão técnica pretende utilizá-lo de forma gradual, mas o meia é tratado internamente como peça central no projeto esportivo e institucional do Flamengo.









































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