O São Paulo esteve muito perto de acertar o empréstimo de Marcos Leonardo no segundo semestre de 2025, mas a negociação foi travada após a entrada do Flamengo, revelou o executivo de futebol tricolor, Rui Costa.
À época, o atacante defendia o Al Hilal e tinha acordo encaminhado para reforçar o clube paulista por quatro meses. Pelo combinado inicial, a agremiação saudita arcaria com a maior parte dos salários, enquanto o São Paulo pagaria apenas uma ajuda de custo.
No último dia da janela, Marcos Leonardo e seu pai aguardavam no CT da Barra Funda a liberação dos documentos. De última hora, o Al Hilal mudou as exigências e passou a cobrar que o São Paulo assumisse 100% dos vencimentos, cerca de R$ 3 milhões mensais, valor considerado inviável pela diretoria brasileira.
Segundo Rui Costa, a alteração ocorreu porque o Flamengo se apresentou disposto a pagar integralmente os salários do atacante. A oferta fez o clube saudita endurecer as condições para os paulistas.
Mesmo diante da proposta rubro-negra, Marcos Leonardo preferiu não se transferir para o Rio de Janeiro. Sem acordo com o São Paulo e sem intenção de atuar pelo Flamengo, o jogador permaneceu no Al Hilal e foi inscrito no campeonato local.
Imagem: Reprodução
Rui Costa informou que tentou reverter a situação durante a madrugada, entrando em contato com dirigentes do Al Hilal, mas não houve avanço. Torcedor declarado do São Paulo, o atacante queria disputar a reta final da Libertadores daquele ano pelo clube do Morumbi.
O episódio evidenciou a concorrência entre clubes brasileiros por atletas de peso, mesmo em operações de curto prazo. Internamente, o São Paulo entende que a movimentação do Flamengo inviabilizou completamente a contratação.
Desde então, Marcos Leonardo segue vinculado ao futebol saudita e não voltou a ficar próximo de um retorno ao Brasil.









































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