O Flamengo transformou a contratação de Juninho em ponto de virada no planejamento esportivo. Vendido ao Pumas, o atacante não correspondeu às expectativas e passou a ser citado internamente como exemplo de aposta que falhou em entregar retorno imediato.
A partir dessa constatação, o clube decidiu restringir contratações de perfil incerto. Segundo avaliações internas, a equipe precisava de atletas prontos para atuar em alto nível desde a chegada, sem longo período de adaptação.
Reorganização financeira antecedeu novo ciclo
Quando Luiz Eduardo Baptista assumiu a presidência, a orientação inicial foi conter gastos até equilibrar o caixa. Após meses de ajuste, a diretoria liberou investimentos pesados na segunda janela de transferências.
Pacote recorde de reforços
Com as finanças em ordem, o Flamengo partiu para uma estratégia agressiva e aplicou quase R$ 400 milhões no mercado, o maior desembolso de sua história recente. Chegaram jogadores com currículo internacional, como Danilo, Jorginho e Saúl, além de Emerson Royal, Samuel Lino, Jorge Carrascal, Vitão e Andrew.
Imagem: Reprodução
Dirigentes classificam a nova postura como aprendizado direto do episódio Juninho. Em um elenco pressionado por resultados imediatos, a margem para apostas diminuiu. O clube inicia 2026 priorizando certezas: menos tempo de adaptação e maior cobrança por desempenho desde o primeiro mês.








































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