Rio de Janeiro – O Fluminense mantém índice elevado de criação de jogadas, mas tem esbarrado na pouca eficiência ao concluir a gol, fator que preocupa a comissão técnica de Luís Zubeldía no Campeonato Brasileiro.
Muitos chutes, poucos gols
Levantamento do portal Globo Esporte indica que a equipe tricolor precisa de média de 9,68 finalizações para balançar as redes na temporada. O número coloca o clube entre os piores aproveitamentos do país, ficando à frente apenas de Bragantino (11,28), Vasco (11,81), Mirassol (11,95) e Corinthians (12,33).
Em contraste, Bahia e Grêmio lideram a lista de precisão, necessitando de, respectivamente, 6,7 e 6,8 chutes por gol marcado.
Pontos desperdiçados no Brasileirão
No recorte da Série A, o padrão de baixa assertividade custou caro. O Fluminense deixou escapar resultados em quatro partidas decisivas: derrotas para Vasco e Palmeiras, além dos empates com Coritiba e Bahia. Nessas partidas, o time acertou 22 vezes o alvo e marcou cinco gols – média superior a quatro finalizações certas por gol.
Problema persiste até nas vitórias
A dificuldade para transformar volume em placar elástico também apareceu nos triunfos sobre Athletico-PR e Grêmio. Mesmo criando oportunidades suficientes para decidir com antecedência, o Tricolor terminou ambos os confrontos sob tensão, situação atribuída por Zubeldía à carência de “contundência” nas conclusões.
Imagem: Reprodução
Causas apontadas
Além da pontaria irregular de peças como JK e companhia, o time passou a arriscar mais de média e longa distância. Esse recurso aumenta o total de chutes, mas nem sempre oferece perigo real, mantendo o Fluminense distante da eficiência apresentada por concorrentes diretos.
Com o calendário apertado, a comissão técnica busca ajustar a mira para que o domínio apresentado em campo se converta em resultados que sustentem as pretensões do clube na temporada.









































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