A discussão sobre a transformação do Santos em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) prossegue mesmo depois de a família Santo Domingo, da Colômbia, negar interesse direto no clube. Atualizada em 21/01/2026 às 20h49, a informação é de que um fundo de investimento privado dos Estados Unidos, abastecido com capital dos colombianos, é o verdadeiro responsável pela proposta apresentada ao time da Vila Belmiro.
Segundo apuração do ge, a ausência da família Santo Domingo no processo é vista como prática comum no mercado financeiro. O grupo colombiano detém o Grupo Valorem, controla a TV Caracol, possui participação na AB InBev e 10% do Washington Commanders, da NFL. Apesar disso, a oferta enviada ao Santos está registrada apenas no nome do fundo norte-americano, administrado por executivos especializados.
Valores e condições
A proposta chega a R$ 2 bilhões, dos quais metade seria destinada à quitação das dívidas do clube e o restante aplicado em investimentos futuros. O projeto também prevê que o Santos mantenha uma participação minoritária nas ações da nova empresa.
Modelo de gestão
Caso o acordo avance, a gestão do futebol ficaria a cargo dos profissionais do fundo, sem presença ativa dos membros da família Santo Domingo—diferente do que ocorre, por exemplo, com John Textor no Botafogo ou Pedro Lourenço no Cruzeiro.
Imagem: Reprodução
Próximos passos
O processo ainda é considerado longo e detalhado. O Santos poderá apresentar contrapropostas ou ajustes antes de submeter qualquer decisão ao Conselho Deliberativo e, posteriormente, aos associados do clube.








































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