O Clube Atlético Mineiro aproveitou o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril, para reiterar o compromisso com a acessibilidade na Arena MRV. O estádio, apontado pelo clube como o mais inclusivo do país, adotou protocolos e estruturas voltados a pessoas no espectro autista.
Equipe especializada e protocolo de crise
Sob coordenação de David César, responsável pela área de acessibilidade do Atlético, a Arena MRV mantém um protocolo de crise pronto para ser acionado sempre que necessário. Em situações sensíveis, o torcedor deve procurar agentes de segurança, brigadistas ou integrantes do time “Posso Ajudar”, que imediatamente mobilizam a equipe de acessibilidade para prestar suporte com sensibilidade e profissionalismo.
Todos os colaboradores que atuam no atendimento ao público passam por capacitação contínua, processo descrito por David César como parte integral da operação do estádio, e não uma ação isolada.
Sala sensorial e abafadores de ruído
Em parceria com a Clínica Florescer, a Arena MRV oferece uma sala sensorial destinada a crianças autistas. Além disso, o local dispõe de quase 50 abafadores para auxiliar na autorregulação de torcedores que enfrentam sobrecarga sensorial durante as partidas.
Imagem: Reprodução
Caso alguma crise ocorra, o protocolo descrito pelo clube prevê atendimento rápido, garantindo segurança e dignidade ao público. “Cada torcedor importa. Cada história importa”, ressaltou o coordenador de acessibilidade.
Com essas medidas, o Atlético Mineiro busca consolidar a Arena MRV como espaço plural, livre de preconceitos e preparado para receber todos os perfis de torcedores.









































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