A Federação Italiana de Futebol (FIGC) confirmou nesta sexta-feira (3) que o técnico Gennaro Gattuso não dirige mais a seleção nacional. O ex-volante comunicou a decisão um dia depois de a equipe perder nos pênaltis para a Bósnia, na repescagem europeia, e ficar fora da Copa do Mundo de 2026.
Com a nova frustração, a tetracampeã Itália completará três edições consecutivas ausente do principal torneio do futebol — não disputa o Mundial desde 2014, no Brasil. O fracasso provocou uma onda de renúncias: na quinta-feira (2), o presidente da federação, Gabriele Gravina, e o ex-goleiro Gianluigi Buffon, que exercia a função de gerente-geral, também deixaram seus cargos.
“Saio com o coração pesado. Falhamos no objetivo traçado e, por respeito à camisa mais valiosa do futebol, entendo que é hora de abrir caminho a novas decisões técnicas”, declarou Gattuso, 48, em comunicado divulgado pela FIGC. Ele agradeceu a Gravina, a Buffon, aos funcionários da entidade e aos torcedores “que nunca deixaram de apoiar” a Azzurra.
Capitão do meio-campo na campanha do título mundial de 2006, Gattuso assumiu o comando da seleção em meados de 2025, sucedendo Luciano Spalletti. Mesmo com a mudança, a equipe não conseguiu superar o mata-mata das eliminatórias.
Imagem: Reprodução
Além de 2026, a Itália já havia ficado fora dos Mundiais de 2018 (Rússia) e 2022 (Catar), tornando-se a primeira campeã a ausentar-se de três Copas seguidas.









































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