O meia Gerson, do Cruzeiro, explicou por que não trocou de camisa com Everton Araújo após a partida contra o Flamengo, realizada em 11 de março de 2026, no Maracanã. O jogador disse ter reservado os uniformes para Bruno Henrique e Ayrton Lucas, ex-companheiros de equipe, motivo pelo qual recusou o pedido registrado em vídeo ao fim do duelo.
A recusa ganhou repercussão negativa nas redes sociais, onde parte da torcida rubro-negra interpretou o gesto como desprezo aos atletas do antigo clube. Segundo reportagem publicada em 13 de março de 2026, Gerson já havia combinado a entrega das camisas antes mesmo de entrar em campo.
Clima hostil nas arquibancadas
Desde o aquecimento, o camisa 8 celeste foi vaiado e chamado de “mercenário” por torcedores do Flamengo, reflexo de sua saída conturbada no ano anterior. Durante a partida válida pelo Campeonato Brasileiro Série A, alguns jogadores rubro-negros se aproximaram do meia para oferecer apoio diante das provocações.
Fontes próximas ao atleta afirmaram que ele se sentiu mais incomodado com o resultado do jogo e com a substituição no segundo tempo do que com as manifestações das arquibancadas.
Imagem: Reprodução
Pai do jogador também foi alvo de críticas
Marcão, pai e empresário de Gerson, também recebeu ofensas no estádio. Por segurança, funcionários do Maracanã o conduziram do setor Maracanã Mais até o camarote destinado à delegação do Cruzeiro, onde permaneceu até o encerramento do evento.
Apesar da atmosfera tensa, Gerson reiterou que cumprirá a promessa de entregar as camisas a Bruno Henrique e Ayrton Lucas, encerrando a polêmica gerada após o confronto.








































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