Na noite de domingo, 5 de abril de 2026, o Grêmio voltou a exibir um problema já conhecido: a falta de intensidade nos minutos iniciais. Diante do Remo, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A, na Arena do Grêmio, a equipe de Luís Castro ficou exposta, permitiu as principais chances do rival e contou com o goleiro Weverton para evitar um prejuízo maior no primeiro tempo.
Remo domina a posse e cria as melhores oportunidades
Assim como ocorrera na derrota para o Palmeiras, o time gaúcho apresentou marcação espaçada e pouca criatividade. Até os 25 minutos, o Remo controlou a bola e chegou com perigo em duas finalizações defendidas por Weverton. O goleiro também salvou um pênalti cobrado por Alef Manga, impedindo que os visitantes abrissem o placar.
Ataque isolado e carência de criação
No esquema proposto por Luís Castro, Carlos Vinícius e Amuzu atuaram isolados, sem o suporte do meio-campo. A ausência de Arthur entre os titulares evidenciou a dificuldade para articular jogadas. Após a parada técnica para hidratação, o treinador acionou mais as laterais, com Pavón e Pedro Gabriel, e o time reagiu nos minutos finais da etapa inicial.
Nesse período, Amuzu quase marcou um golaço ao acertar a trave de Marcelo Rangel. Mesmo assim, o Remo manteve-se perigoso nos contra-ataques e explorou os espaços deixados pelo adversário.
Imagem: Reprodução
Weverton se destaca em meio às críticas
Alvo de questionamentos em outros jogos da temporada, Weverton foi o principal nome gremista nos 45 minutos iniciais. Suas três defesas – duas em chutes à queima-roupa e uma na penalidade – mantiveram o placar zerado até o intervalo.
Com a igualdade provisória, o Grêmio foi para os vestiários sob pressão da torcida, que esperava reação imediata após o revés anterior. A segunda etapa definiria se o alerta ligado por Luís Castro surtiria efeito ou se o erro repetido custaria mais pontos ao clube.








































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