O São Paulo ainda não conseguiu formalizar a saída de Oscar, 34 anos, que anunciou aposentadoria por motivos de saúde em dezembro de 2025. O contrato do meia, válido até 2027, permanece ativo e se transformou em obstáculo financeiro num período de forte ajuste orçamentário no clube.
As conversas emperraram em torno de cerca de R$ 1,5 milhão referentes a luvas e direitos de imagem. A diretoria defende o pagamento proporcional ao tempo em que o jogador efetivamente atuou, enquanto o estafe do atleta cobra o valor integral, mesmo com a carreira encerrada antecipadamente.
Reuniões realizadas em janeiro de 2026 chegaram a sinalizar entendimento, mas não avançaram. O impasse se soma a uma crise política interna e a um processo de auditoria em andamento, fatores que prolongam a definição.
Formado em Cotia, Oscar voltou ao Morumbi em 2024 depois de passagens por Internacional, Chelsea e Shanghai SIPG. Na ocasião, firmou acordo com salário estimado em R$ 2,3 milhões mensais, mas uma síncope vasovagal detectada em exames no CT da Barra Funda levou a monitoramento cardíaco e, posteriormente, à decisão de não jogar mais profissionalmente.
Imagem: Reprodução
Sem atuar nem receber salários desde o anúncio da aposentadoria, o meia não faz parte do planejamento esportivo de 2026. Ainda assim, a pendência contratual continua a pesar na folha tricolor, que busca enxugar gastos e reorganizar compromissos.








































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