O técnico português Jorge Jesus, atualmente no comando do Al Nassr, corre o risco de receber uma sanção das autoridades esportivas da Arábia Saudita depois de declarações contundentes contra a arbitragem. O episódio ocorreu em 12 de janeiro, logo após a derrota de sua equipe por 3 a 1 para o Al Hilal pelo Campeonato Saudita.
Na entrevista pós-jogo, o ex-treinador do Flamengo afirmou que o Al Nassr “não tem a força política” do rival Al Hilal, comentário que provocou reação imediata do clube vencedor. Em comunicado oficial, o Al Hilal classificou as palavras de Jorge Jesus como “inaceitáveis” e informou que solicitará providências legais junto às autoridades locais.
Situação na tabela
Com o revés, o Al Nassr permaneceu na vice-liderança do campeonato, sete pontos atrás do Al Hilal. A partida ficou marcada por dois pênaltis assinalados para o time líder e pela expulsão do goleiro do Al Nassr, fatores que motivaram protestos de Jorge Jesus e do atacante Cristiano Ronaldo.
Possível processo
O Al Hilal acusa o treinador de “inflamar a opinião pública sem justificativa” e de ofender o projeto esportivo saudita. A direção almeja que as autoridades do país apliquem uma penalidade que considere a gravidade das declarações.
Imagem: Reprodução
Contexto recente
Jorge Jesus, que deixou o Flamengo há pouco mais de cinco anos, atravessa um dos momentos mais delicados desde a saída do clube carioca. Enquanto o técnico lida com a ameaça de punição no Oriente Médio, o Flamengo se movimenta em outras frentes: recebeu uma negativa do West Ham pela primeira oferta por Lucas Paquetá e avalia escalar jogadores da equipe principal no clássico contra o Vasco. A definição deve ocorrer nesta terça-feira, 20 de janeiro de 2026, após atividades no Ninho do Urubu.
Se confirmada, a punição a Jorge Jesus poderá impactar diretamente a campanha do Al Nassr na disputa pelo título nacional.









































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