Neymar, 34 anos, foi incluído por Carlo Ancelotti na lista do Brasil para a Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá. A chamada o coloca no seleto grupo de brasileiros que disputarão quatro Mundiais — antes dele, apenas oito jogadores atingiram esse patamar.
Longevidade garantida
Manter-se em nível físico, técnico e motivacional por 13 anos ou mais é requisito básico para chegar a quatro Copas. O feito valoriza a carreira do camisa 10, mas também aumenta a pressão: o Brasil não ergue a Taça Fifa desde 2002 e a nova oportunidade pode ser a última de Neymar em alto rendimento internacional.
O clube dos quatro Mundiais
- Pelé, Cafu, Nílton Santos, Djalma Santos, Castilho e Ronaldo conquistaram ao menos um título cada.
- Leão levantou a taça em 1970 como reserva.
- Thiago Silva disputou quatro edições sem vitória.
- Neymar agora entra nessa lista e, sem título, igualará Thiago Silva como único brasileiro com quatro Copas e zero troféus, mas com participação de destaque em todas.
Pressão pelo hexa
O Mundial de 2026 será o primeiro com 48 seleções. Na análise probabilística citada na coluna original, a chance bruta de qualquer equipe é de apenas 2%. Mesmo restringindo o grupo a seis potências — Brasil, França, Espanha, Argentina, Inglaterra e Portugal — as odds brasileiras sobem para 17%, índice que mantém a conquista no campo da incerteza.
Momento individual e coletivo
Crítico em participações diretas em gols nos últimos anos, Neymar terá de provar duas coisas: que ainda pode desequilibrar individualmente e que se encaixa numa engrenagem coletiva comandada por Ancelotti. O ataque segue dependente de suas soluções, mas a discussão sobre possível reserva indica competição interna elevada.
Imagem: Reprodução / OddsNEWS
O que está em jogo
Se levantar a taça, Neymar se juntará ao rol de multicampeões brasileiros e reforçará seu legado na história da seleção. Caso contrário, o rótulo de “maior perdedor” em Copas, pelo peso de quatro tentativas sem sucesso, passará a acompanhá-lo. A narrativa da Copa de 2026 para o Brasil — e para Neymar — está traçada entre a redenção e a decepção.
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